quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Tecnologia para extrair água do ar no deserto

           Uma nova tecnologia de turbinas eólicas consegue extrair energia elétrica a partir do vento e também extrai água limpa do ar. A técnica usa da condensação de umidade mesmo em climas secos.

A turbina pode produzir até 1.000 litros de água potável todos os dias, de acordo com a água Eole.

          Segundo o fabricante, sua turbina protótipo consegue recolher 16,3 litros de água por hora a partir do ar do deserto sobre Abu Dhabi. A empresa afirma que uma turbina pode produzir até 1.000 litrosde água por dia, dependendo da umidade e condições do vento. A empresa diz que poderia ajudar comunidades remotas onde existe necessidade de água potável. Por agora, uma turbina custa $ 790.000, mas o custo poderia cair significativamente com o aperfeiçoamento da técnica e com a fabricação em massa. 
        Se a tecnologia se mostrar eficiente, fica a dúvida sobre como a natureza irá reagir caso a umidade no ar se modifique de forma rápida. Será que a interferência de várias turbinas extratoras de umidade poderá afetar negativamente o meio ambiente? 

Fonte: CNN

Video da Semana - Festo SmartInversion

Um objeto voador diferente.



         SmartInversion é um objeto voador a base de hélio. Ele se movimenta pelo ar mudando de forma através de uma combinação inteligente que soma leveza e movimentos capazes de garantir o deslocamento no ar. O equipamento foi idealizado por Paul Schatz, que deu ao SmartInversion traços geométricos a partir de uma base de seis membros articulados em seu centro. 

        Com forma inicial semelhante a um cubo o objeto alterna seu formato conforme se movimenta. A empresa responsável pelo SmartInversion já pensa em como levar esta tecnologia para outros dispositivos. Estudos podem trazer inovações nas técnicas de vôo.

Fonte: http://www.festo...

sábado, 29 de setembro de 2012

Sempre ao Lado do Rádio

Educação no Brasil

Um robô que constrói suas próprias ferramentas




Este é um dos objetivos tecnológicos de grande ênfase nas áreas de exploração espacial. Criar um robô capaz de se duplicar e confeccionar suas próprias ferramentas poderá facilitar em muito as explorações espaciais, entre outros projetos.

Diversos testes e modelos estão sendo construídos através da "tentativa e erro" no intuito de encontrar uma melhor forma de criar essas máquinas inteligentes.

Algumas coisas já estão definidas, entre elas, o fato desta tarefa ser melhor viabilizada através do método de impressão 3D.

Uma das propostas ainda em fase inicial é a criação de robôs que já estejam equipados com um tipo de sistema de impressão 3D. Assim tais equipamentos poderiam reproduzir os componentes necessários para montar novos robôs ou ferramentas avançadas.

Entre estes protótipos está um robozinho que monta alguns componentes usando cola quente e a técnica de impressão 3D.

No vídeo abaixo um robô pré-programado usa de cola quente para criar alças e outros componentes que podem ser usados em algum momento.



Estes robôs no futuro poderiam ser capazes de identificar exatamente que tipo de ferramenta é necessário para uma determinada tarefa, e ser capaz de projetar e construir essa ferramenta.

Fonte: Spectrum

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Robô multifuncional de Serviço - FURO

      
   FURO é um robô multifuncional de serviço que pode ser usado em diversas situações. Dotado de uma plataforma similar aos smartphones, usuários de uma máquina como esta podem criar livremente conteúdo e aplicações para que o robô interaja com o público.  Vejam o video abaixo:

terça-feira, 18 de setembro de 2012

Qual será o futuro dos computadores?

     Não é de hoje que se debate a possibilidade de os computadores se tornarem mais inteligentes do que os seres humanos no futuro. Mas essa discussão não é restrita ao meio científico: a literatura e o cinema também já criaram muitas obras com base nesse mistério.

Futuristic Desktop: 3D Multi-Touch Computer + Desk Design


    O que significa, afinal, uma máquina ser mais inteligente do que cérebro humano? No filme “2001: uma odisseia no espaço”, por exemplo, o cineasta Stanley Kubrick concebeu um computador de bordo de uma nave espacial que começou a sentir emoções quando descobriu que era capaz de errar. Mas não se trata exatamente disso.
Um computador alcançará a inteligência de um cérebro humano quando a sua capacidade de computar dados se igualar à nossa. Para visualizar isso, é preciso imaginar o cérebro como um chip, e os neurônios como transistores, sendo cada um responsável por armazenar um dado. No chip, salvamos informações; no cérebro, fazemos sinapses.
Dito isto, passemos às previsões: o especialista Raymond Kurzweil, que trabalhou a vida toda com chips e escreveu a primeira obra de “futurologia cibernética” já em 1990, estima que os computadores alcancem a inteligência humana já na década de 2020. E a base para isso é a Lei de Moore (aquela do dobro de transistores a cada dois anos), que ainda pode ser considerada válida.
Se as previsões estiverem certas, antes de 2030 já será possível armazenar toda a capacidade de computar informações que nossa mente possui em um computador com o tamanho (em volume) de um cérebro. Em outras palavras, teríamos dentro de vinte anos os primeiros cérebros artificiais.

Os defensores do cérebro

   Nem todos acham que já vai haver máquinas mais inteligentes que pessoas em tão pouco tempo. Alguns cientistas, mesmo que aceitem o fato de que o número de combinações binárias vai ultrapassar o de sinapses, não acreditam que isso implique em computadores mais inteligentes do que o Homo sapiens.
Segundo esta corrente, mesmo que um computador possa imitar a estrutura interna de um cérebro, nada garante que poderá de fato funcionar como um. Outro argumento é que a Lei de Moore está com os dias contados. Considerando que os engenheiros já minimizaram o tamanho de um transistor ao nível de átomos, o limite está mais próximo do que se gostaria.
Mas a verdade é que a Lei de Moore, pelo menos por enquanto, ainda não deu sinais de fraqueza. Se isso acontecer, os partidários do cérebro provavelmente estão certos. Caso contrário, prepare-se para ver computadores cada vez mais parecidos conosco.

Ao infinito… e além?

  Vamos supor que os computadores realmente continuem evoluindo exponencialmente. Que alcancem o cérebro humano e o ultrapassem. Existe um limite máximo? Não se sabe ao certo. Os cientistas prevêem que os computadores vão chegar a um determinado nível de evolução em que eles mesmos serão capazes de criar máquinas ainda mais poderosas.
Mas uma teoria muito aceita afirma que haverá, de fato, uma fronteira final. Segundo os físicos Lawrence Krauss e Glenn Stark, peritos no assunto, vai chegar um momento em que a tecnologia de comprimir os transistores encontrará sua fronteira final, devido a limitações de matéria.
    Esse ponto final no desenvolvimento dos computadores estaria datado para daqui a cerca de 600 anos, segundo as estimativas dos cientistas. Outros defendem que isso não vai acontecer, pois inventaremos uma maneira de contornar esse problema até lá. A certeza, ninguém tem. [Live Science/CNet/How Stuff Works]


terça-feira, 18 de outubro de 2011

Mecatrônico montando cubo mágico #2

Está indo mal nas provas?-Temos a solução!

Pesquisadores demonstram a levitação magnética



Técnica utiliza supercondutores aliados a cristais de safira e nitrogênio líquido para promover sua levitação.



      O magnetismo é uma propriedade física formidável. Apesar de não ser vista, ela está se tornando cada vez mais importante no dia a dia das grandes cidades. Além de estar presente em aparelhos eletrônicos, ela sustenta meios de transporte de grande porte, como metrôs. Um grupo de pesquisadores da Escola de Física e Astronomia da Universidade de Tel-Aviv desenvolveu um método de supercondutividade extraordinário, com base na levitação quântica.

       O experimento consiste na utilização de camadas extremamente finas de cristais de safira revestidas por um supercondutor e películas de ouro. Esse conjunto de materiais é envolto em um plástico resistente e mergulhado em nitrogênio líquido. Como você pode observar no vídeo acima, o disco fica preso no ar, sem qualquer trepidação.

       Com a mão, o expositor mostra que a peça pode ter sua posição ajustada até mesmo em ângulos bem acentuados. Isso acontece porque o campo magnético penetra no supercondutor na forma de fluxo de tubos quânticos, que aderem no objeto seguindo sua estrutura – como se fossem colocadas amarras invisíveis em torno do disco.

Ação do fluxo de tubos no disco. (Fonte da imagem: Quantum Levitation)

       Criando uma trilha que possua magnetismo contínuo, por não ter qualquer tipo de fricção, o supercondutor é capaz de movimentar seguindo esse fluxo estabelecido. O mais incrível é que essa atração magnética é tão forte que mesmo quando utilizada de ponta cabeça, o supercondutor não perde sua ligação com a trilha magnética.

      A técnica poderá ser utilizada principalmente para aprimorar tecnologias de transporte. O estudo foi apresentado na conferência Association of Science Technology Centers Conference (ASTC) 2011.

Leia mais em: Tecmundo

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